Cessar-fogo em Gaza, ao vivo
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Depois de permanecer em cinco posições no Líbano, violando o cessar-fogo, o exército israelense estabeleceu um novo objetivo em outro país vizinho: impedir a presença no sul da Síria do novo exército que surgiu com a queda de Bashar al-Assad. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu colocou isso em palavras no domingo, e a aviação militar transformou isso em ação na noite de terça-feira, com uma onda de bombardeios 13 quilômetros ao sul da capital, Damasco, e na província de Deraa, na fronteira com a Jordânia. Em dezembro passado, Israel aproveitou a confusão após o fim da guerra na Síria para destruir, na maior operação aérea de sua história, a maior parte das capacidades estratégicas do exército sírio e invadir — pela primeira vez em meio século — parte da zona desmilitarizada. Agora, Netanyahu diz que eles permanecerão lá “indefinidamente” e exige a “desmilitarização completa” de todo o sul da Síria.
EL PAÍS