Investimento: O medo das ações é infundado
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Se você quiser facilitar, pode explicar a estranha relação dos alemães com as ações com uma psicologia de poltrona. Houve momentos de euforia, como no início da era da Internet, na virada do milênio, quando todos queriam ter ações. Isso foi seguido por fases de depressão severa que duraram muito tempo, como após o estouro da bolha da internet e durante a crise financeira e do euro entre 2008 e 2015. Durante esses períodos, as ações eram bastante desaprovadas.
Frankfurter Allgemeine Zeitung